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04/10/2017

ONU Mulheres, Sinjope, Fenaj e entidades parceiras inscrevem até 13/10 para curso gratuito de comunicação, saúde e direitos das mulheres


Jornalistas, comunicadoras(es) e ativistas do Recife, Natal, Salvador e Rio de Janeiro podem se inscrever até o dia 13 de outubro para o Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres, promovido pela ONU Mulheres e entidades parceiras do campo da comunicação, como o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Pernambuco (Sinjope) e do Mestrado de Indústrias Criativas da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), além de outras agências da Organização das Nações Unidas (ONU), com apoio de empresas de comunicação digital.

O curso é viabilizado por projeto de cooperação entre a ONU Mulheres e a Fundação Ford. Isso, para incentivar a qualificação da cobertura local da imprensa, de plataformas digitais de comunicação livre, veículos de comunicação comunitários e populares sobre a realidade das mulheres infectadas pelo vírus zika e tríplice epidêmica e arboviroses, articulando os direitos sexuais, direitos reprodutivos, prevenção e eliminação da violência contra as mulheres, tomando por base a garantia das mulheres ao direito humano à comunicação e o incentivo ao empoderamento político e econômico.

A iniciativa tem como objetivo preparar jornalistas, profissionais da imprensa, estudantes de Jornalismo e comunicadoras(es) para a abordagem das temáticas de gênero, raça e etnia. E, também, colaborar para a melhoria do trabalho jornalístico e da produção de conteúdos livres de comunicação, com destaque à saúde e ao enfrentamento à violência contra as mulheres.

No Recife e em cada uma das demais localidadea, o curso será realizado para duas turmas distintas em razão das rotinas profissionais e das características das mídias. A turma jornalistas é voltada para repórteres, editoras(es), produtoras(es), assessoras(es) de imprensa e estudantes de Jornalismo. Este curso retoma a parceria entre a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a ONU Mulheres, iniciada, em 2011, com o curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas.

A turma comunicadoras(es) e ativistas destina-se a blogueiras(os), vlogueiras(os), radialistas, cyberativistas, repórteres comunitárias(os) e ativistas com interesse em comunicação. Cada turma tem o limite de 50 participantes.

As inscrições são totalmente online. Informações mais detalhadas estão disponíveis no blog do curso e eventuais dúvidas poderão ser enviadas para o e-mail: grejornalistas@gmail.com

Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres está estruturado em três  módulos: Mulheres, saúde, acesso aos direitos e os contextos de enfrentamento ao racismo, ao etnocentrismo e à violência em sociedade; Comunicação, ética e os princípios da solidariedade e justiça social na saúde; e Mídias digitais, além de duas atividades pedagógicas, uma sobre leitura crítica da mídia e outra de produção de conteúdo por meio da interação com fontes especializadas.

São entidades parceiras do curso: Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras, Artigo 19, Blogueiras Negras, Fenaj, Intervozes, Instituto Patrícia Galvão, Rede Mulher e Mídia, Repórteres sem Fronteiras, Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), OPAS/OMS (Organização Pan-americana e Saúde/Organização Mundial da Saúde). 

O curso acontece com apoio das ONGs Criola, Kilombo, Mirim e Odara; do Sinjope e dos sindicatos de Jornalistas da Bahia, do Município do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte e dos Bancários da Bahia; e das instituições de ensino Instituto Federal do Rio Grande do Norte, Unicap e Universidade Federal do Rio Grande do Norte e das empresas de comunicação digital Google e Twitter.

Sensibilização da mídia para agenda de direitos da ONU – Os conteúdos do Curso de Comunicação, Saúde e Direitos das Mulheres se interrelacionam com os propósitos da estratégia global Pacto de Mídia “Dê um passo pela igualdade de gênero”, da ONU Mulheres, que retomam os objetivos da área de preocupação Mulher e Mídia, da Plataforma de Ação de Pequim: aumentar a quantidade de mulheres nos espaços de decisão da mídia e aprimorar a abordagem sobre a temática de gênero, eliminando estereótipos.

Trazem, ainda, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo a campanha internacional UNA-SE, cujo lema de 2017 é “Não deixar ninguém para trás: acabar com a violência contra as mulheres e as meninas”, e os desafios da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2024), para enfrentar o racismo e promover os direitos da população negra, contemplada, no Brasil, pelo Marco de Parceria das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 2017-2021.

Serviço:
Turma Jornalistas
> Rio de Janeiro: 16 e 17/10/17
> Natal: 24 e 25/10/17
> Salvador: 6 e 7/11/17
> Recife: 13 e 14/11/17
Turma Comunicadoras e comunicadores:
> Rio de Janeiro: 18 e 19/10/17
> Natal: 25 e 26/10/17
> Salvador: 9 e 10/11/17
> Recife: 16 e 17/11/17

Outras informações:
Assessoria de Comunicação da ONU Mulheres Brasil
(61)3038 9140; 98175 6315
onumulheres@unwomen.org
onumulheres.org.br




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