Sinjope

filiado a FENAJ

Notícias

22/04/2013

Perfil do Jornalista revela radiografia da categoria e efeitos da precarização praticada por empresas de comunicação


Uma parceria da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), envolvendo o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco (Sinjope) e os demais trinta sindicatos de jornalistas profissionais filiados, com o Núcleo de Estudos sobre Transformações no Mundo do Trabalho (TMT) do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política (PPGSP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) está concretizando a mais científica radiografia da categoria Jornalistas, para compor o Perfil do Jornalista Brasileiro. Um esforço que começa a apresentar seus frutos e também contou com com o fundamental apoio de outras duas instituições igualmente comprometidas com a progressiva qualificação do Jornalismo, a Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) e o Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ).

A primeira verão impressa dos resultados é a publicação Perfil do Jornalista Brasileiro – Características demográficas, políticas e do trabalho jornalístico em 2012, da editora Insular, que contém os resultados quantitativos de enquete com 2.731 profissionais, realizada entre setembro e novembro de 2012. O estudo indica, por exemplo, que a categoria tornou-se majoritariamente feminina (64%) e jovem (59% têm até 30 anos). E que 98% da categoria tem formação superior, sendo que 40% já com pós-graduação. Na categoria, 59,9% recebem até cinco salários mínimos, aproximadamente 50% trabalham mais de oito horas por dia e 27% trabalham em mais de um emprego.

A distribuição dos profissonais por tipo de atividade também foi mapeada: os que atuam principalmente na mídia são 55%, os que atuam em assessoria de imprensa ou outras atividades jornalísticas fora da mídia são 40%, e os que atuam como professores são 5%. Uma síntese dos resultados pode ser conhecida clicando em Perfil do jornalista - Sintese.

Osnaldo Moraes com informações do Núcleo de Estudos sobre Transformações no Mundo do Trabalho (TMT) da UFSC




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